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Novos cursos avançados para Flex 4 pela RIACycle

Uau, faz 5 meses desde que começamos a treinar o pessoal pela internet e de lá para cá já foram 712 alunos ao total. Obrigado a todos pelo apoio para com a RIACycle e os cursos com nossos instrutores, tem sido um verdadeiro desafio e uma tremenda animação nesse período.

De lá para cá nossos ex-alunos sempre pediam tópicos avançados, então ontem e hoje lançamos 2 novos cursos avançados pela RIACycle, que são:

Design Patterns para projetos Flex 4
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Esse curso é para quem gosta de se organizar, deixar tudo nos devidos lugares, deixar seu projeto digno de ser bem interpretado pelo flash player e assim ter uma maior fluidez entre telas, comunicação com serviços remotos e deixar sua aplicação leve e robusta, de fácil manutenção.

Flex 4 Profissional
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Esse curso é voltado para quem já conhece Flex e quer aprofundar no Flex 4 com novo ciclo de componentes, técnicas avançadas de integração contínua, gerar swfs através de ANT Build, e fazer testes unitários, digamos que seja um nível avançado do que você já conhece de Flex e quer ficar mais expert no assunto.

Ambos os cursos tem o objetivo de treinar você a acompanhar o ritmo de projetos de médio e grande porte da solução Flex para o mercado de Rich Internet Applications.

E uma das novidades desses dois cursos é que agora em sua empresa você pode matricular 1 vez até 3 funcionários e pagando menos.

Obrigado a todos pela confiança depositada e iremos retribuir nos cursos, com conteúdo de primeira e exemplos reais.

Como é festa de lançamento estamos sorteando pelo twitter 2 vagas para cada curso, você tem sorte? Então Tweet usando os hashtags #flex4pro e #flexdp.

Design Patterns/ Dev. Software/ Dicas

Melhore como desenvolvedor é sua obrigação parte 2

Como tinha dito antes, se tornar um desenvolvedor é um processo evolutivo. Embora eu tenha N tarefas para fazer, vender, ensinar, traduzir e desenvolver. Eu procuro sempre melhorar no que faço.

Minhas dicas à partir de hoje são:

* Aceite críticas, mesmo as mais duras, elas vão te ajudar a entender o outro lado
* Procure centrar suas necessidades em soluções fixas
* Refactoring é sempre bom para manutenção
* Critique-se e tente achar novas maneiras de fazer a mesma coisa
* Documente tudo que faz, Veja 5 séculos atrás Leonardo Da Vinci fazia
* Leia bastante, eduque-se nada de mais é veneno.
* Haja, teorias são ótimas para realizar a prática com menos erros; Mais no mundo real o cliente quer solução

Outro livro que está fazendo parte de minha biblioteca essa semana é. Refactoring: Improving the Design of Existing Code.
É clássico, e ótimo para software houses.

Design Patterns/ Dicas/ Flex/ Flex MVC

9 frameworks MVC que você pode usar em seu aplicativo Flex

Metodologias de desenvolvimento estão surgindo feito a grande bolha da internet, até parece a explosão das lan houses em todo canto tem um.

Aque vai uma lista de 10 frameworks MVC que você deve considerar na hora de desenvolver seu aplicativo com multiplas camadas de interface e assim facilitar o fluxo de eventos e traduções de dados.

Estamos criando a segunda parte da série “Planejando uma aplicação RIA de sucesso“. E um dos tópicos que abordamos é MVC e Flex.

Cairngorm Рfa̤a o download
PureMVC Рfa̤a o download
Model-Glue: Flex Рfa̤a o download
Foundry (download) Рfa̤a o download
Guasax Flex Framework Рfa̤a o download
ARP Рfa̤a o download
Flest Framework Рfa̤a o download
easyMVC Рfa̤a o download

[Atualizado 17/06/2008]
Mate Flex Framework Рfa̤a o download

Design Patterns/ Dicas/ Flex

Flex GUI boas práticas

Junto com o novo Developer Connection, o XD team da Adobe escreveu uma série de artigos técnicos para aquiles que tem dificuldades em desenvolver uma interface rica e da maneira correta, ou até mesmo como planejar sua próxima RIA.

* Part 1: Overview and discovering Flex
* Part 2: Planning your application
* Part 3: Structuring your application
* Part 4: Merging the web and the desktop
* Appendix A: List of best practices
* Appendix B: For further reading

fonte: ADC

Actionscript/ Actionscript Frameworks/ AS 3.0/ Design Patterns/ Dev. Software/ Dicas/ Flex/ frameworks/ OSFLash

Flex, Design Patterns e frameworks

Tá havendo uma discussão magnífica na lista Flex-Brasil sobre Design Patterns, Frameworks, metodologia de desenvolvimento de software e como organizar e distribuir sua aplicação rica.
Por incrível que possa parecer é sempre a mesma pergunta que eu recebo entre e-mails, visitas técnicas e mini treinamentos ” Você pode nos ensinar qual a melhor forma de desenvolver aplicações escalonáveis no Flex? “. E justamente nessa semana aparece um tópico desse na lista e todos trocando informações apontando seus pontos de vistas, se re-descobrindo e não poderia deixar passar de lado isso e abrir mais 3 categorias novas no site e colar aqui minha singela opinião sobre todo esse assunto gerado na comunidade que pelo que parece possa crescer mais ainda depois desse artigo.
Segue abaixo meu ponto de vista dado:

From: Igor Costa
Date: Jul 24, 2007 3:22 PM
Subject: Re: [flex-brasil] Re: Frameworks
To: flex-brasil@yahoogrupos.com.br

Tou gostando desse tópico, se continuarmos assim, prova que todos aqui estão amadurecendo.

Vou dá meu ponto de vista, não necessariamente deve ser regra, mais baseando-se em minha experiência em aplicativos de larga escala e aplicações usando e distribuindo entre equepes.

Flex é uma solução tecnologia que facilita a criação da camada de apresentação, ela foi feita com essa idéia e permanecerá sempre com esse foco, já que o Flex ele torna particalmente rápido o desenvolvimento de forms, window, containers, layout de interface de aplicações que requer muito esforço, digo isso por que eu sei como é fazer isso à alguns anos atrás com Flash ou Swing.
Entao basicamente cada framework existente para criação de telas de aplicações ricas em Flex, sendo elas baseadas em carningorm, parana, model-glue, são justamente focados em disparos de eventos, customização de eventos, controle lateral de software, em fim são facilitadores da vida de quem gosta de não inventar a roda e quer um desenvolvimento mais hábil.

Em outro lado o grande porém de se usar frameworks como esse é a falta de documentação necessária para tal, falta de exemplos e popularização dos mesmos. Existe um paradigma que eu sempre converso com meus desenvolvedores que é, se o AS3 me dá a possibilidade de criar o meu e o Flex aceita esse tipo de criação, eu me pergunto, por que usar frameworks externos se você pode criar seus próprio framework e assim agilizar determinadas áreas de produção do seu software sem ter que ficar se preocupado com como ele será reagido ou como pode ele influenciar drasticamente o ciclo de desenvolvimento com Flex.

Ao meu ver, cada trabalho específico em desenvolvimento seja ele em grande ou pequena escala não é necessário está criando o céu e a terra como fez Deus, mais sim criar métodos próprios, suas próprias classes de evento, seus próprios paradigmas de desenvolvimento escalonável entre outros frameworks para integração de back-ends sem precisar está usando soluções extras. Resumindo a questão, use o favorecimento de soluções rápidas, não esqueça que a tecnologia Flex é para isso, RAD(Rapid Application Development), eu sou adepto ao re-uso de minhas próprias classes abstratas, da reciclagem de meus próprios componentes criados em aplicações que já foram desenvolvidas sem está com o uso desses problemas no ciclo geral.

Flex como camada de back-end:

Nesse ponto o Flex tem avançado e muito em criar as melhores soluções RPC para está fazendo o bind dos dados nos seus componentes já pre-definidos. Não há hipótese alguma do Flex se voltar para essa questão e criar frameworks que façam esses tipos de acessos a base de dados de forma mais fácil, Já existem soluções open-source e pagas que faz isso por você procure no www.riaforge.com onde tem muita coisa rolando por lá como o as3 lightwave remoting.

Flex respeita o processo de desenvolvimento em 3 camadas, dessas quais todas tem seus principais papeis no desenvolvimento geral da aplicação, Interface, camada lógica e Base de dados. Essa estrutura sempre gostei de preservar e manter, já que isso torna a organização final de meu aplicativo mais legível para outros desenvolvedores que possam agregar valor de talento ao time e assim ficar fácil de se entender.

Agora eis a questão, depois de tudo isso onde se encaixa o fator de criação e elaboração de aplicações em equepe junto ao framework do Flex?

Primeiro passo a se desenvolver é criar um padrão à ser usado, nomenclatura de variáveis, declarações de constantes, arquetetura de organização de classes e sobre posicionamento de arquevo extras necessários.

Usar um padrão em sí, existem vários o mais popular é MVC ( Model View Control) que nesse momento é o que é menos propício a falhas.
Nomenclatura de variáveis é algo que tem sua importância mais nao corresponde há 90% do desenvolvimento do software, mais sim uma parte fundamental para começar a criar alguma coisa, considere declaração de variáveis como várias peças de um carro em uma linha de montagem, cada uma tem sua parcela de contribuição para que o carro funcione, então tomando em conta sobre isso, diga-se que correspondem não só 90% mais sim 10% do total, onde o favor mão de obra e idéias de desenvolvimento contam com 50% do total.

A arquetetura de organização é um fator que pesa tanto quanto a criação de mão de obra quanto componentes, constantes, que influem 50% do valor agregado ao desenvolvimento.
Organizar é algo que serve para deixar claro o objetivo de cada classe, heranças que elas tem, particularidades como métodos próprios, propriedades exclusivas e tipos de acessos a objetos do palco.(Stage Class)., Exemplo abaixo:

Main Application
– assets( local onde se guarda, css, imagens, arquevos de texto, html para helps, swf de acesso)
– package
-Aplicando-se nomenclatura à qualquer uso dependendo muito para não usar palavras reservadas do as3.
ex.: br.flexbrasil.utils
br.flexbrasil.com
br.flexbrasil.controls
br.flexbrasil.formatadores

– views – Local onde vão está guardados seus componentes criados em mxml que recebem ou faz parte do seu framework de UI.
– controle – Caso você não use um pacote específico para controle você pode adicionar um externo que ficará mais fácil o acesso a tais procedimentos de coleção, filtragem de dados, passagem de parametros, CRUD, etc.
-Modules – Caso você use uma estrutura modular dividindo uma aplicação em módulos que podem ser feitos separadamente e podem ser criados por distintos membros do time de desenvolvimento sem atrapalhar o arqueteto geral da criação.

Depois disso tudo, só delegar bem as tarefas e o fluxo de criação do aplicativo sai do forno, lembrem-se flex é para camada de apresentação, outro produto como o Livecycle dá uma ajuda ao Flex UI nesse sentido, facilitando somente a comunicação com classes Java e usando alguns recursos do JMS e DMS.
Porém por regra de usos, Flex deixa livre o desenvolvedor à escolher quais elementos ele poderá usar no back-end e assim deixando o livre harbítrio dele escolher se deverá usar XML, HTTPService, Webservice ou coleção de dados por query ou recordset.
Diferenças entre esses usos cada caso é um caso que deve-se analisar pelo número geral de registros. Tudo tem um limite como o datagrid que só suporte 1 milhão de registros.

Basicamente são esses os conceitos que eu tenho adotado com minha experiência e espero ter contribuído com todos vocês.

Abraços
Igor Costa
www.igorcosta.com
Soluções em aplicações RIA

Participe dessa discussão também, eu tenho visto ótimos pontos de vistas que podem ser utilizados e novas metodologias possam ser re-aplicadas.
Code refactoring é a premisa básica do XP em sempre todos os casos muito de code-refectoring tem sido usado bastante. Eu uso.