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Palestra: Conheçendo a familia WebOrb com Mark Piller

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Na próxima sexta-feira temos um encontro marcado on-line com o Mark Piller, fundador e idealizador da TheMidnightcoders.com a primeira empresa a ter um produto fora Macromedia(Adobe) para serviços remotos com a plataforma Flash desde a época do Flash MX.

Mark Piller vai nos prestigiar com 2 horas de palestra mostrando todos os produtos comerciais da the Midnight coders. Dentre eles sua linha de produtos WebOrb Server para (PHP, Java, .Net e Ruby on Rails). Que fazem troca de objetos nativos e mais uma gama de recursos são só para Flex mais para Flash, Ajax e Silverlight.

Durante a palestra você pode conhecer de perto o próprio criador e como funciona os produtos da Midnight Coders. O Mark ficou muito feliz em poder palestrar especialmente para os Brasileiros.

Anote ai em sua agenda de compromissos: Dia 18/09/2009 às 09:00 da manhã horário de Brasília.

O endereço para entrar na sala é : http://experts.na3.acrobat.com/palestras/

Conto com a presença de todos que participaram da última palestra e de você leitor.

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BlazeDS alternativa open-source da Adobe para o LiveCycle DataServices

O BlazeDS é uma alternativa que a Adobe está liberando hoje para criar aplicações com push de dados e remoting itens fundamentais que existem no LiveCycleDS via RMTP.

Porém o BlazeDS não faz uso do RTMP mais sim um protocolo específico foi criado para ele já que o grande segredo de produtos como LiveCycleDS e FMS são vindos do RMTP.

Esta é uma das grandes notícias para a comunidade Flex mundial, já que temos visto outras alternativas open-source não pró Adobe sendo lançadas como é o caso do WebOrb e GraniteDS.

O BlazeDS é licenciado pelo LPGL v3. e terá seu código fonte disponível no primeiro trimestre de 2008.

Quem já tem uma versão developer do LiveCycle vai poder usar o BlazeDS gratuitamente para projetos comerciais usufruindo do poder do Remoting e do DataServices para push de dados de forma que é 10x mais rápido que qualquer SOAP ou XML.

Alguns já até testaram com o EventGateway do ColdFusion 8 standard e funciona bem rápido.

Para quem queser baixar a versão gratuita do BlazeDS, só ir na página do Labs da Adobe.

Christophe Coenraets, publicou sua visão sobre o novo lançamento da Adobe e os futuros planos.

Hoje o BlazeDS é distribuído apenas para a plataforma Java, a Adobe espera que depois que o código fonte estiver disponível, BlazeDS possa suportar outras linguagens.
Atualmente ele tem distribuições que foram testadas e funcionais para o Tomcat.

Caso você achar algum bug use o JIRA bugbase para reportá-lo.

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Criando aplicações Flex com Live Cycle 2.5

Para quem está tentando criar aplicações Flex não mais com o Flex Data Services e sim com Live Cycle usando o Flex Builder 2.0.1, precisa fazer alguns ajustes para conseguir funcionar, já que algumas classes do Flex 2.0.1 SDK mudaram de lugar e são partes integrantes do Live Cycle 2.5, uma delas é a Responder muito usada nessa integração entre os dois mundos.

Um dos erros que você vai ter ao tentar fazer uma aplicação rodar com Live Cycle é:

ERROR: Unexpected attribute ‘url’ found in ‘endpoint’ from file: services-config.xml

Como mudou alguns pontos e agora você pode rodar configurações sem precisar reiniciar o serviço, o Live Cycle precisa saber qual é o endereço exato da URI que será acessada pelo serviço seja ela tradução ou comunicação de push de dados. Veja abaixo como você pode configurar o Flex Builder 2.0.1 para usar os benefícios do Live Cycle 2.5, embora essa abordagem sirva apenas para lhe orientar e criar novos projetos baseados no Live Cycle ou JEE(j2ee), não utilize desse artifício para atualizar seus projetos com esse recente SDK, pode gerar vários erros, inclusive no quesito de uso do charts.

Como configurar?

1. Faça um backup da pasta Flex SDK 2, isso vale tanto para a versão plug-in quanto stand alone, geralmente para versão Stand Alone fica em “$:Arquevos de ProgramasAdobeFlex Builder Flex SDK 2” e para versão Plug-in fica em $:Arquevos de ProgramasAdobeFlex Builder plug-inFlex SDK 2.

2. Depois que você tiver instalado o Live Cycle, ou já tiver instalado vá na pasta onde ele fica, geralmente fica em $:lcds, procure pela pasta resources e dentro de resources tem uma pasta chamada flex_sdk, dentro dessa pasta contém o que precisamos que é o flex_sdk_2.zip, descompacte esse arquevo diretamente no diretório referente ao antigo que você fez no primeiro passo, lembre-se que tem que ser o mesmo nome da pasta “Flex SDK 2”.

3. Agora faça uma cópia da pasta lib que contém os arquevos de .jar que faz a compilação, a pasta lib que me refiro é a que representa toda a configuração para rodar uma aplicação que o Flex Builder ou plug-in version faz, se você usa o Stand Alone ela sempre fica em $:Arquevos de programasAdobeFlex Builder 2pluginscom.adobe.flexbuilder.flex_2.0.155577, ou caso você esteja usando a versão plug-in do eclipse, você pode copiar pelo diretório $:eclipseplug-inscom.adobe.flexbuilder.flex_2.0.155577

4. Copie a pasta lib de $:Arquevos de programasAdobeFlex Builder 2Flex SDK 2 para dentro da pasta do plug-in $:Arquevos de programasAdobeFlex Builder 2pluginscom.adobe.flexbuilder.flex_2.0.155577.

5. No passo 3, você copiou o diretório lib, dentro dele existe um arquevo chamado flex-compiler-oem.jar dentro da pasta lib que você criou no passo anterior.

6. Nesse caso como o Flex SDK que você copiou dentro da pasta resources do LCDS, ele não tem o Charts framework, caso você queira usar o charts repita os passos 2 e 3 mais apenas focando no arquevo charts.swc para funcionar.

Esse tipo de configuração vale para Live Cycle instalado junto com ( JBoss, Tomcat, JRun, ColdFusion 7.0.2 ou 8).

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Flex Stress Testing Framework

Nessas férias eu procurei me reciclar e tentar trazer o máximo de conhecimento possível para ser usado no meu dia-a-dia, e uma das coisas que eu tenho testado e estudado bastante é o novo LiveCycle Data Services ES(antigo Flex Data Services).

A Adobe decidiu não só mudar o nome mais também fazer a integração com sua plataforma existente que era o então só Live Cycle, fazendo hoje parte de uma solução para aplicações ricas na linha de aplicações em larga escala.

O Flex Stress Testing framework é uma parte de soluções do antigo Flex Data Services, mais que também funciona perfeito com Live Cycle, para testar canais de comunicação entre o Flex Client e o Servidor, devido o Live Cycle oferecer inúmeros canais de comunicação como RTMP, AMF, HTTP, o Stress Testing framework diferente de outras soluções que lhe dá apenas a opção de fazer testes equeparados apenas via HTTP ou tampouco conhecido por alguns do mundo Flash, AMF0. Ele te dá a opção de executar testes via AMF3 e data push com RTMP, assim com ele você pode testar tais conexões usando RTMP ou AMF3 sem precisar de softwares extras para capturar o que ocorre por trás dos mecanismos tanto de serialização/deserialização como também push de dados para multiplos aplicativos conectados.

Como ele funciona?

Basicamente é um pequeno servidor socket chamado de “Test Browser Server”,onde ele é responsável por conectar e chamar o arquevo principal para o aplicativo, tradutavelmente de .mxml, e comparar ou adicionar mais clientes conectados ao servidor para fazer o testes de balance de performace e verificar o quanto está sendo usado entre o Cliente e o servidor.

Uma coisa que eu testei e não está documentada é que o nível de melhor desempenho para o Stress framework é que ele trabalha melhor e coleta as informações mais precisas quando o aplicativo está sendo compilado em tempo de execução quando você faz o request pelo navegador e o Live Cycle gera para você o .swf final. A Adobe deve fazer uma atualização em alguns pontos sobre isso já que ainda está em beta.

Faça um teste no Stress Framework
, vale a pena testar os benefícios ainda não tão bem explorados que o Live Cycle pode proporcionar.