Pessoal

Importação de profissionais para o Brasil e as mudanças

futuro

Um dos pontos fortes que a nossa presidenta salientou em seu discurso gagejado em rede nacional, foi a questão de importar médicos para o sistema de saúde pública brasileira SUS.

Sem tirar méritos dos estrageiros que em minha concepção são extremamente capacitados, o desconforto ao ouvir isso foi a questão de como falta preparo e censo crítico de seus conselheiros em saber que esse tipo de coisa não é aceita na contra-mão dessa medida.

Vejamos, eu fui para os Emirados Árabes, passei um bom tempo lá e mesmo que seja temporário, lá embora acolha muito bem seus imigrantes que correspondem 95% de seus residentes, eles se preocupam bastante com a questão da honestidade de vagas para locais vs. imigrantes, assim como em todo país organizado.

Embora você precisa traduzir toda sua documentação e juramenta-la para o inglês ou árabe, você precisa atender certos critérios para atuar no país em sua profissão, já que o governo em especial, se preocupa em dar condições iguais ou melhores para quem quer trabalhar juntamente com seus profissionais locais.

A exigência é estrambólica, só profissionais que realmente se submetem à esse tipo de bateria de testes, não é fácil. Por que os locais não irão atender essas exigências nem tão cedo.

O que não é o caso do Brasil, Nós formamos poucos médicos e fomos educados à ir morar na capital. Então ninguém quer ir atender no interior, esse é um dos problemas da falta de médicos pelo Brasil, é no interior, na capital o que falta mesmo é espaço e estrutura.

Por aqui o que falta mesmo é vergonha[1] na[2] cara[3] de certos médicos que esquecem seus juramentos na formatura e perdem o preparo na hora de atender.

Se estrageiros colocam tanto medo assim, Acho eu por que eles sabem que no fundo os “estrangeiros” vão vir muito mais preparados profissionalmente para cá, do que eles são aqui.

O que pode e irão é a falta de estrutura atual. Quer ir à uma zona de guerra? Vá no hospital mais famoso de sua cidade e veja a situação.

Hoje coincidentemente eu estava lendo um artigo sobre o mercado de empregos pelo mundo em crise, não é só o Brasil que precisa de bons profissionais, EUA, Canadá, países da União europeia, Chile, Argentina e por ai vai.

A demanda por inovação tecnologica, biológica e melhor poder aquisitivo faz criar novos mercados talvez ainda desconhecidos por nós e isso gera falta de mão de obra, o que eu acho parcialmente bom, ao contrário da China e India onde a oferta é baixa e a demanda é alta.

Imagine o seguinte, e se essa moda pega no mundo todo? O que você tem à perder? Eu acredito que a classe médica Brasileira foi educada em universidades federais, subsidiados pelo governo federal, nada melhor que incentivar a qualidade no que se faz e talvez não só 10% da classe média Brasileira seja atendida por excelentes médicos.

Na India forma-se mais engenheiros da computação do que vagas disponíveis, talvez sem ser um pouco pretencioso, deveriamos importar também profissionais da India para virem trabalhar aqui, já que aqui existem em aberto 290 mil vagas na nossa área.

Eu acho que isso só não aconteceu ainda por causa da barreira do idioma, embora uma região da India “Goa”, fale português, por lá não existe universidades nessa área, ai já é outra história.

A maior revolução é quando você começa a dizer não, já dizia o sábio Steve Jobs, ou você ganha um amigo ou faz um inimigo.

Desejo um futuro melhor para a sociedade no mundo e igualdade de atitude para a humanidade. Isso vai demorar, mas ela virá aos poucos. Mudança é necessário, o que está acontecendo é só o começo delas.

Termino dizendo não!

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