Flex 3/ Flex 3 Open-Source

O que o Flex 3 irá significar para os desenvolvedores web?

Flex 3 está quase sendo lançado, o principal expert técnico da Adobe US Theodore Patrick está comentando sobre o que terá no Flex 3 e quais as grandes vantagens para os desenvolvedores que já estão acostumados a criar aplicações RIA ou não para a internet.
Antes de comentar o que já é de domínio público do novo Flex 3, eu pergunto a você que está lendo cuidadosamente esse post “Por que o codename do Flex 3 é moxie?”.

A resposta está bem logo se você for ao amigo Google e perguntar : define:moxie, provalmente ele te responderá que Moxie, significa a primeira bebida soft lançada nos Estados Unidos em 1884, basicamente era conhecida como “óleo de cobra” pelos nativos americanos.
Pelo mesmo propósito de enfrentar obstáculos e tornar-lo bastante popular e receptível no mercado, torna-se o novo Flex 3 uma sólida solução para aplicações ricas na internet usando exatamente o termo “bi-combustível”.

Tem gente que ainda me pergunta, mais você trabalha programando os carros para virarem bi-combustíveis? Acredite se queser mais sempre alguém sai com essa pergunta, devido o Brasil ser líder mundial em carros bi-combustíveis e lógico carregar o termo usado pelo market “flex”, fez com que o Adobe Flex com toda certeza aumentasse a sua fama e olhares para qualquer um que desenvolva na web.

Então considere o Adobe Flex um bi-tecnologia para o seu navegador, Flex 3 virá com mais performance 3.0 com 8v de potência extra e bem mais leve, com muito mais recursos expostos pelo flash player antes não revelados.

Alguns céticos ainda acreditam que Flex, não terá muito sucesso e logo morrerá e como num passe de mágica sumirá dos nossos olhos e morrerá repentinamente, eu apoio e adoro quando pessoas falam isso, considero como mais um para evangelizar ou deixá-lo usar tecnologias obsoletas que logo logo serão esquecidas, e também tem aquiles que preferem deixá-los falando sozinho e ganhar a concorrência na frente.

Três anos atrás, lembro-me como hoje quando Daniel Dura entrou em um projeto secreto com codename “Zorn”, até então sempre foi durante um ano inteiro secreto com pouquíssimas pessoas influenciando o produto e fazendo com que ele se torna-se verdadeiramente alguma tecnologia de interface com muito menos código e máximo uso.

Flex originalmente foi baseado em XUL usando justamente a idéia do projeto de um engenheiro da Sun chamado “mxml”, que contava justamente o adicionamento de nódulos para obter o uso de criação de objetos e construir interfaces de sistemas.

Porém usando XUL agregado e Smfill que é justamente o oposto proposto ao mxml do francês a Macromedia(Adobe hoje), consegiu criar o primeiro protótipo e funcional, gerando em Java e escrito pelo desenvolvedor front-end em MXML com o engine do ECMAScript ou Actionscript2.0.

Nada nos conformes, conseguíamos, conquestar mais um passo importante na implementação de soluções RIA, foi ai nessa época em 2002 que o terno RIA foi cunhado pelo Kevin Lynch, Arqueteto de software da Adobe.
Flex estava se tornando popular e com o enxerto de capital na tecnologia promissora pela Adobe quando o Flex saiu da versão 1.5 para a 2 em menos de 8 meses tornou a tecnologia padrão hoje tanto que você hoje está vivendo dela, parcialmente ou inteiramente.

A mudança do 1.5 para o 2.0 ainda é ao meu ver uma das mudanças mais bem realizadas em um produto em um curto espaço de tempo até onde conheço. Sinta essa mesma mudança acontecendo agora já que não conseguiu pegar essa época atrás, do 2.0.1 para o 3 que logo logo estará em Beta no Labs da Adobe essa mudança acontecer, sempre considere Flex como uma solução de tecnologia nunca o confunda para criação de sites animatórios, existe ainda o Flash para isso, considere a tecnologia Flex como uma solução para B2B, B2C,C2B,C2C.

Se o Flex 2 consegue fazer muita coisa com apenas 80% dos recursos que o Flash Player 9 consegue lhe dá, imagine que essa porcentagem cresça 19% e passe a usar 99% do seu Flash Player 9 instalado em sua máquena, muitas possibilidades ainda não vistas no Flash Player 9 que estão sendo extraídas justamente para propósitos de aplicações ricas feita em Flex estão por vim.

Continuo a dizer que existem tecnologias similares ou mais antigas que o Flex que faz a mesma coisa que ele faz, mais não faz com nível de facilidade que o próprio Flex consegue fazer, isso é demonstrado e exibido sempre que faço qualquer curso, palestra, pessoas são convencidas a usar Flex de imediato, não só pela facilidade que ele lhe trás mais pelo resultado final que ele proporciona.

Flex 3 será totalmente open-source mediante que no início era caro para chuchu, não decolava pelo simples montante de U$45.0000.00 dos quais faziam todos correr do preço já que o Flash custando 200x mais barato fazia as mesmas coisas só que com mais trabalho, passando hoje a ser Open-source. Quando uma tecnologia torna-se open-source existem duas opções de reações em cadeia.

Primeira é se ela for open-source a sua popularização e o avanço de novos controles será algo notoriamente favorecido, e assim a tecnologia vai ganhar mais adeptos e tornar mais competitivo o mercado.

A segunda é que se ela for open-source atrasará no processo de modernização fazendo com que a tecnologia demore a ganhar mais olhares de empresas que levam e muito a sério o uso do Flex que no caso a própria Adobe usa e fabrica. Demorando assim e abrindo espaço para outros concorrentes.
Flex 3 mesmo sendo open-source essas duas opções verticais só poderão ser notadas se realmente existir tempo, e o tempo vai dizer quem ou não estava certo em seguir os dois caminhos, espero que depois de algum tempo leia esse texto e saiba qual opção escolhi.

Pense nisso, considere que Microsoft, Sun, IBM, lançaram recentemente tecnologias que tem como foco RIA baseadas ou não com a mesma sintaxe do Flex (mxml+linguagem engine), todos estão apavorados o que a tecnologia já causou no mercado.

Acompanhe nos próximos posts o que o Flex 3 terá trazendo para você que é tanto design de interfaces quanto desenvolvedor de sistemas.
Discuta mais sobre o Flex 3 na maior comunidade Flex da América latina em português a Flex Brasil.

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