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Onde está o futuro do Flex?

Wow! Que semana foi aquela heim?! Muito se foi dito, muito ainda estará por ser. E eu faço a pergunta, onde você quer estar?

No apagar das luzes da última semana na sexta-feira, o time de desenvolvimento do Flex SDK, fez uma declaração um tanto assustadora para todos aqueles que gostam de ficar sempre na zona de conforto. E logo em seguinda (Ontem), fez uma atualização esclarecendo melhor o que fora escrito, acalmando mais os ânimos daqueles que estavam assustados.

Curiosamente, nada disso me colocou em cheque! Ou amarelado pelo fato das declarações feitas por parte do time do Flex ou Adobe. É ai onde eu explico minha história com o Flex.

Onde?
Tudo começou em Outubro de 2003, quando nos pre-releases da Macromedia existia um produto chamado Royale(Flex SDK) e Brady(Flex Builder). Nessa época eu já criava hotsites com o Flash e tinha feito 2 jogos muito utilizado no Flash Lite para dispositivos Nokia.
Eu estava em minha zona de conforto quando apareceu o Flex e a proposta que me chamou mais atenção, naquele produto em teste foi o gráfico comparativo do Apps 1998 client/server, HTML/js e Rich Internet Applications.

Eu já tinha feito apps no Flash MX, e foi nessa época que começou o termo RIA, só que existia um grande problema, o fato de não dá suporte totalmente a uma linguagem mais poderosa, deixava esse termo enfraquecido, já que surgia no mercado outros compiladores mais robustos para Actionscript 2.0 o Motion Tween e um outro chamado SWFMill. Ambos até hoje existem.

Foi ai que surgiu o Flex, a grande proposta dele era criar Apps usando sintaxe MXML e o recém lançado Actionscript 3.0. Nossa! Que mudança eu pensei, saímos da água suja do esgoto para os melhores frascos de perfumes da França.

Então, decididamente eu larguei tudo que eu fazia em Flash, era meu porto seguro e cair de cabeça no Flex, foi assim que surgiu a 3 lista sobre Flex no mundo a Flex-Brasil. Ainda hoje é a 2th maior. Eu finalizei minha frase de boas vindas com a mensagem

“E Deus disse, vão e se ploriferem” <-- vamos fazer isso

Como eu era um poeta e apaixonado heim! E não é que foi justamente isso que aconteceu? Foi dai que surgiu a comunidade Flex no Brasil, foi dai que saíram grandes profissionais e foi dai que muitas empresas tomaram por base para adotar o Flex como tecnologia.

Esse foi o Onde.

Quem?

Quem realmente cresceu a comunidade? Todos, uma comunidade precisa de apenas uma idéia e alguém que a defenda, se você tiver isso, você consegue constrúir uma comunidade, foi e é hoje uma grande comunidade, não feita por mim, mais feita de uma ídeia, quantas pessoas hoje não vivem de Flex por que começaram ali?
De lá para cá, eu consegui ser sortudo o bastante para treinar aproximadamente 3 mil pessoas, ter viajado por todo o Brasil menos no estado do MT, preciso conhecer esse lugar, tudo através da tecnologia Flex. Tem horas que eu me pergunto, valeu a pena? Até hoje vale a pena, quantas dessas 3 mil pessoas não treinaram outras ? e essas outras, outras também?

Uma comunidade é baseada em 3 pilares, Auto sustentável, colaborativa e continuidade.

Auto sustentável, é que gere receita para quem escolhe a tecnologia adotada.
Colaborativa, que os membros da comunidade se ajudem.
Continuidade, é que as pessoas acreditem na idéia que comparam, querendo ou não são idéias que movem o mundo.

Fantástico todos esses últimos anos, sem falar a quantidade de pessoas que eu conheci, fui e sou muito feliz por isso. Em cada canto desse país eu tenho um amigo, eu acredito que sou milhonário por isso. Tudo isso proporcionado por uma idéia lançada a 7 anos atrás.

Eu sou referência no Flex? Não, eu sou referência em amar o que faz.

Nunca fui apegado a tecnologia, eu fui sempre apegado a idéias, amo minha esposa, a família, meus amigos e até meus inimigos. Eu sou bastante apegado ao que eu faço, eu amo todos os dias acordar e tentar resolver problemas, geralmente dos outros.

Tive sorte o bastante de achar aquilo que eu gosto de fazer logo cedo. E minha mãe achando que eu me tornaria um cardiologista, nada a ver né? Hoje sento todo dia, ligo minha parafernalha tecnologia, faço algumas ligações diariamente e continuo ganhando o dia.

Tem dias que é um saco, mais ao final dele você sabe que fez algo de melhor, colaborou para um mundo menos complexo. Organizou mais as coisas e aos poucos você vai matando o papel e tudo que é tocavelmente simples.(A moda antiga).

Esse foi o Quem.

Quando?

Toda a minha empolgação com uma tecnologia Flex, veio acabando naturalmente a medida que tecnologias emergentes vem à tona. De 1 ano para cá, eu sempre venho estudando aquilo que me deixa confortável, que tenha um mesmo nível de raciocínio que o Flex possui.

Flex veio em uma boa época onde navegadores eram lentos, existiam apenas 3 players grandes no mercado ( M$ IE e Mozilla Firefox, Safari). Somente quando o Google entrou no campo de navegadores com o chrome eu percebi que muita coisa boa ia acontecer aos padrões Web. O que de fato aconteceu nos últimos 2 anos.
Novas engines, novos frameworks Javascript, padronização ironizada do HTML5. E de fato um novo mercado tinha surgido, meio que tímido, mais com uma tecnologia não tão compreendida.

Foi quando a Apple, entrou na briga e falou que o Flash era da era dos PCs, foi onde começou toda a murmurização do assunto.

Defensores dos padrões, cairam matando uma tecnologia que mal eles sabiam era a mesma utilizada nos caixas eletronicos do Itaú, Unibanco. Mal sabiam eles que as companhias aéreas faziam uso deles, mal eles sabiam que os primeiros infográficos no mundo eram feitos em Flash.

O grande problema do Flash Player foi ter como mãe a Adobe, ela nunca foi boa em manter um nível competitivo da tecnologia, suas IDEs então nem se fala, ela é boa em efeitos visuais, ferramentas para designers. Desde então ela deu mais ouvidos à concorrência do que sua própria capacidade de ser criativa.

Foi ai que aos poucos ela mesmo foi matando a tecnologia, por que a idéia de um Player para todas os navegadores foi enfraquecendo, a idéia de uma tecnologia robusta para criação de melhores UX e UI foi morrendo, muita gente desacreditando e isso foi tornando cada vez mais relevante para mim a frase.
Está na hora de mudar.

Mudar para onde?Por quê? Eu me fiz essa pergunta centenas de vezes, fiquei por 1 ano e meio sem rumo, comecei a trabalhar com outras coisas não ligadas a tecnologia, pensei até em abandonar de vez, sabe aquela sensação de vazio que fica? Seria excesso de informação? Decidi que era hora de parar. E parei por longos 6 meses, não escrevi uma linhazinha se quer de código. Estava farto, afinal o fiasco do lançamento do Flex 4x me deixou furioso, a Adobe estava tentando colocar o SDK amarrado a suas soluções de suíte CS e esquecendo de ficar competitiva.

O mesmo compilador usado por 6 anos e nenhuma mudança drástica, foi quando em Março desse ano eu decidi que era meu último treinamento pessoal em Floripa, nunca mais eu treinaria alguém pessoalmente ou viajaria por causa do Flex.

De lá para cá eu dei atenção as tecnologias emergentes, HTML5, CSS3, Javascript,JQuery para criação de interfaces, algo que me completasse como desenvolvedor, o que o Flex já não fazia mais. Estudei muita coisa e criei muita coisa na RIACycle com essas tecnologias, até compartilhei algumas semelhanças.

Só que ai, vi que realmente não importava qual tecnologia usar, já que o próprio Flex gerava um HTML, JS,CSS para embarcar meu SWF gerado. Já que meu cliente não dava e nunca deu a mínima para qual tecnologia eu usei para criar, ele quis e sempre vai querer o produto funcional, bonito e com uma boa experiência.

É onde caiu a ficha. Tecnologia é o produto do meio e não o produto final. Você é um modelo de tecnologia ou faz dela um modelo de negócio?

É onde entra o Futuro.

A Adobe decidiu que era melhor fazer a doação do SDK para a fundação Apache(ASF), lá o SDK terá melhor visibilidade não só na fundação, mais na comunidade, outras empresas tornaram a tecnologia melhor e mais competitiva do que nunca, lá a colaboratividade será mais rápida, as respostas vão funcionar melhor.

Por que a Apache e não a fundação Spoon? Eu não acredito na fundação Spoon por 3 motivos.

1 – É baseada em 4 pessoas. Se todos estiverem no mesmo carro e por desgraça do destino sofrerem um acidente, já era o projeto.
2 – Os 4 caras são excepcionais, criadores do Robotlegs, Swiz framework, mas uma coisa é manter um framework, outra coisa é manter um SDK inteirinho.
3 – Flex SDK é baseado na tecnologia Java, quem domina o Java tirando a Oracle? Quem tem um modelo de negócio sustentável pela tecnologia Java e que o mundo inteiro usa?

O expersite da Fundação Apache é bem melhor, por que tem mais pessoas colaborando, a visibilidade do projeto será sem dúvida, notórida, já que mais e mais desenvolvedores vão colaborar com o SDK.

E quando eu me refiro ao SDK, eu me refiro aos compiladores, aos testes automatizados, a possibilidade de usar o MXML e AS3 no lado servidor, a possibilidade de compilar para JS/HTML, coisa que já está em fase de testes pela Adobe com o novo compilador Falcon.

O Fato é, Flex tem ou não tem futuro? TEM FUTURO, e seu futuro será brilhante, desde que o Flex 3.0 entrou como produto Open-source, ele foi muito mais adotado por grandes empresas, por que temos 2 fatores, 1 depender apenas de uma corporação para cria-lo e outra é depender apenas da comunidade.

Tem que ter 2 pilares fundamentais para que uma tecnologia se sustente, seja ela Flex ou outra qualquer, é a forma híbrida da coisa, tanto uma organização séria e respeitada e uma comunidade inteira que acredita em um ideal sobre um produto.

Não é atoa que até hoje o Windows XP é utilizado em grande escala, mesmo a Microsoft afirmando que parou de dar suporte.

O Flex é o produto do meio, ele terá sempre um espaço e seu espaço tende a crescer mais ainda com seus concorrentes, ele continua sendo inovador, criando Apps móveis, criando Apps desktop e criando Web Apps.

O que você como desenvolvedor não pode ficar esperando é que tudo venha pronto, nada vem de graça, tem que tomar na marra, na garra, você tem que colaborar, tem que incentivar, tem que acreditar naquilo que você faz. Seja você empregado ou empregador.

A tecnologia Flex tem sído uma grande ferramenta que não depende apenas do Flash Player, ela depende da boa vontade de quem a faz.

Se seus gerentes lê matérias sensacionalistas e tomam decisões baseadas nelas, cabe a você acreditar naquilo que você faz, e não em mera expeculações, ele provavelmente tomará decisões que pode afetar sua vida pessoal e profissional.

Continuem apostando em tecnologias emergentes, continuem vivos e alívidos com o Flex SDK e BlazeDS nas mãos da fundação Apache, continue apaixonados elo que vocês adoram fazer, Softwares.

Não percam a empolgação, não se deixem descabídos por decisões mal feitas pela Adobe, ou pronunciamentos mal elaborados. Continuem amando o que faz, tecnologias emergentes são excepcionais oportunidades de novos negócios, de novos modelos de negócios de novas fronteiras para você.

Seja criativo, nunca deixe de elaborar novas idéias, de acreditar naquilo que você ama, quando você aprender e começar a se conhecer, você vai ver que tudo é do ponto de vista de alguém, e que nem sempre esse alguém tem razão.

Que venha o futuro do Flex, da Web, das tecnologias emergentes, eu estarei sempre de braços abertos e fazendo o que eu sei de melhor, Desenvolver, ensinar e compartilhar.

Por que eu ainda tenho muito a colaborar.

16 thoughts on “Onde está o futuro do Flex?

  1. Igor, parabéns pelo artigo! Para as pessoas que estão tento dificuldade ou falta de tempo para acompanhar as novidades da última semana, esse artigo é muito esclarecedor de que ponto estavamos e pra onde partimos com o Flex.

    Você também compartilhou a visão de profissional e de forma motivadora impulsiona seus seguidores (blog, twitter) a encarar as mudanças de forma positiva e de inovação (palavra da moda).

    Mas precisamos de TEMPO. O Vedovelli pediu uns 7-10 dias….mas precisamos de mais tempo. Bem provável alguns meses para:

    1. Assistirmos a transição da Adobe para Apache;
    2. O posicionamento da Apache e seus lançamentos;
    3. A fomentação da comunidade externa em APLICAÇÕES EMPRESARIAIS (para conhecermos alternativas excelentes para RIA);

    Fico aliviado de HOJE e nós próximos 3 meses NÃO ter um novo PRODUTO/SERVIÇO a ser lançado, pois para isso precisaria decidir agora que tecnologia usar. E acredito muito daqui alguns meses, com o tempo que é devido, teremos melhor CLAREZA para fazermos isso!

    Att

  2. Ótimo post e na verdade muitos que iniciaram no Flex começaram exatamente da mesma forma que você. Eu com a Mundo Livre que iniciou suas atividades em 2001 começou com Flash e naturalmente quando veio o Flex em 2003 fizemos a transição. Se o caminho melhor é este com que a Adobe esta seguindo na minha opinião saberemos mais a adiante. Digo isto pois depois de muito tempo dirigindo e fazendo negócios com desenvolvimento de software temos uma influencia forte do mercado. Se o mercado entender que isto será bom ou não ver problemas, continuaremos oferecendo desenvolvimento com Flex. Se for o contrario não preciso nem falar. Sou otimista por natureza e nada mudará por enquanto dentro da Mundo Livre que eu não tenha previsto. Estudar HTML5 já faz parte de nossa demanda. O lado bom de tudo isto é que ter mais opções para desenvolver Rich me agrada bastante. Algumas tentativas de fazer isto com o Siverlight foram bastante ruins. No fundo o que precisamos preservar é o conceito Rich Applications, seja qual ferramenta for. Por fim como dono de uma empresa onde o desenvolvimento e o tempo despendido para entrega é primordial, as boas praticas dentro das equipes tem um peso enorme e o fluxo de trabalho compõe o sucesso ou fracasso de um projeto, vejo as novas tecnologias muito verdes para suprir rápido esta demanda que esta surgindo. Estou otimista com os novos caminhos. Abs.

  3. E ai Igor,
    Legal o seu post.
    Eu também acredito que o Flex SDK terá um futuro brilhante. Quando comecei a programar para web, logo senti a necessidade de uma linguagem de front, que pudesse levar aos meus usuários uma melhor interatividade. Logo fui atras do JS, mas quando olhei o código, bateu o desespero, muito código para pouca resultado. Quando descobri o Flex, em um curso de Ruby da E-genial, logo vi que ali estava uma linguagem excepcional, com ótimos recursos e que me levaria até onde eu queria. Hoje com toda essas mudanças da Adobe, fico preocupado não com o Flex, mas sim com o Flash Player, o que penso é o seguinte: – Se na nova versão do IE, FF, Chrome, não tivermos suporte ao plugin flash, como conseguiríamos rodar nossos aplicativos Flex? Essa é a minha principal preocupação. Você o que pensa sobre isso?

    [ ] ´s Michael

  4. Particularmente gosto muito do Flex. Me identifiquei muito em desenvolver com o Actionscript e esta tecnologia empolga muito. Mas para mim ainda fica a preocupação pois já houveram muitas mudanças drásticas no Flex. Só a mudança da versão 3 para a 4 me quebrou as pernas pois tive (e ainda estou tendo) que rescrever grande parte do projeto que já existia. Fico imaginando como será uma transição como esta para a Apache. À pouco quase tive um infarto pois li no Blog de uma ‘pessoa’ que a Adobe iria finalizar com o suporte do Flash Player para mobile (até aí tudo bem), daí a pessoa disse: Provavelmente irá suspender também nos browsers coonhecidos.. Ainda bem que li o comunicado original. A preocupação fica pois é muito investimento de dinheiro e tempo para desenvolver tanta coisa bacana e de repente ter alguma mudança..

    Mas eu torço muito para que o Flex progrida mais e mais. É muito bom trabalhar com Flex. Estou estudando outras tecnologias, mas eu imagino que daqui para frente eles só podem melhorar o que já existe.

  5. Otimo post parabéns ..bem esclarecedor
    Fico feliz por saber que o projeto
    esta nas mãos da apache..
    Flex tem futuro sim.

  6. Parabéns pelo artigo, vc foi muito esclarecedor sobre o aprendizado de novas tecnológias e a firmeza de que o Flex sempre continuará crescendo, isto é, com a colaboração de todos da comunidade.

  7. Parabéns pelo post Igor…
    Se até hoje existe o cobol e ainda estão pagando muito bem para quem domina essa linguagem então por que não acreditar e apostar em uma tecnologia para interface como o flex?

    Att,
    Alison Souza.

  8. Ótimo post. E prova que chegou a hora de parar de defender bandeiras e pensar multiplataforma. Mesmo que Flex passe por uma desaceleração precisará haver uma transição de no mínimo dois anos. Html5 com canvas é ótimo, ma ainda há muito chão para substituir o Flex. O maior problema foi a questão dos tablets e smarthphones, mas já li um artigo sobre isto cair nas mãos da comunidade e virar uma oportunidade de startup, seja para resolver o que for. Quem investiu tanto tempo com o Flex? Na boa, é normal depois de 5 a 10 anos uma tecnologia morrer ou se transformar, mas até hoje tem programador de Cobol. Adaptar-se ao novo é normal, mas hoje é melhor arriscar uma carreira multiplataforma, e deixar de defender bandeiras.

  9. Parabéns pela matéria Igor!

    Eu mesmo estava cada vez mais triste e desanimado em desenvolver usando Flex depois da notícia pelo fim do Flash.

    Mas suas palavras motivacionais animaram esse coração que quer mais que o Flex seja um “java” ou um “Delphi” ou até um “HTML” da vida, não é verdade?
    A Tecnologia morre pela falta de melhorias, pois a concorrência é forte sempre (e deve ser forte, forçando que as coisas sempre melhorem).

    Sou Desenvolvedor Delphi e vi o quanto o Delphi cresceu, ficou robusto, suporte a multi-plataformas e eficiente. Pois a melhor tecnologia é aquela que nos dá dinheiro.

    E eu teria muito prazer se o flex me trouxesse dinheiro! Pois estou fazendo uma análise de tecnologias para usar nos projetos da empresa que quero criar e nessa pesquisa me apaixonei mesmo foi pelo flex!

    Estou nessa para o que der e vier para ajudar o Flex a ficar cada vez melhor!

    Atenciosamente,
    Alexandre de Carli

  10. estava começando a desenvolver em flex a alguns meses mas infelizmente eu fiquei
    sabendo dessa noticia da adobe que não iria mas investir na SDK flex …

    vc acha que valeria a pena eu investir nessa linguagem …?

    o mercado como que anda será que isso é um problema para as empresas …?

    Att+

    valew ;

  11. A Adobe se queima feio com isso, jamais confiem em tecnologias de desenvolvimento da Adobe, ou qualquer coisa que implique dependência dela. Depois do Delphi, agora mais uma turma de sistemas entrarão para o legado tecnológico das empresas. O Flex é muito bom, puro descaso da Adobe descontinuar esta excelente tecnologia criada pela saudosa Macromedia.

  12. Michael disse: “Se na nova versão do IE, FF, Chrome, não tivermos suporte ao plugin flash, como conseguiríamos rodar nossos aplicativos Flex? Essa é a minha principal preocupação. Você o que pensa sobre isso?”

    Essa tb é minha preocupação, tenho um projeto em mente e sinceramente, comecei a estudar o JSF (Primefaces) por conta deste mesmo receio do Michael.
    Gosto muito do Flex, é fácil deixar a aplicação bonita e rápida (com AMF), mas…
    Bola pra frente, vamos ver.

  13. Arilson, você está certo, parta logo para outra solução, JSF/Primefaces é comparável sim em termos de produtividade. Adobe para desenvolvimento nunca mais! Eu já trabalhava com .NET, me aventurei com Flex e era muito bom, e brigava contra a Apple, mas agora nunca mais, Adobe decepcionou.

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