AS 3.0/ Flex

Por que usar Flex?

Em maio de 2004, antiga Macromedia começa seu programa beta para uma nova tecnologia chamada Flex, desde então, só havia boatos entre alguns engenheiros ou quem era assinante da DEVNET. Foi muito bem bolada a idéia, e em Setembro do mesmo ano, abriram os portões e mostraram a todos sobre o Flex, e quais suas funções e o que ele fazia. A Macromedia aproveitou o código utilizado em uma das suas ferramentas carro chefe da empresa o atual Dreamweaver e criou uma IDE para que suprisse de imediato o mercado fomento de informações sobre essa nova forma de criar RIA. No mesmo mês, a lista brasileira foi criada por mim, sendo a primeira a tratar do assunto em português, na época só 7 participantes, depois do primeiro artigo, dezenas já haviam entrado, e a maior lista sobre Flex, é criada pelo pessoal da empresa de desenvolvimento e consultoria que, hoje parte da adobe a Interation::Two, sendo essa a maior do mundo. Em maio de 2005 a Adobe declara a compra da Macromedia, em junho de 2005, sendo ainda Macromedia, ela começa a vender para o público licenças enterprises do Flex, e em Setembro do mesmo ano ela assina contrato firmando parceria coma fundação eclipse para iniciar uma nova IDE baseada na arquetetura da plataforma Eclipse, uma tentativa de chamar vários desenvolvedores Javas a usarem Flex para desenvolver suas aplicações. Em novembro de 2005 ela lança a primeira versão beta do Flex Builder 2, e sua IDE como forma de plug-in ou stand-alone para o público, inicia-se o processo de beta 1 ao público geral sem precisar selecionar certa parte de pessoas para testar, fica mais democratizada a forma de reportar bugs e ajudar a empresa desenvolver algo mais "perfeito", livres de falhas. Em dezembro de 2005 a compra da Macromedia pela Adobe é autorizada pela justiça americana, agora toda linha de produto da Macromedia passa a poder de controle da Adobe, sendo esta a se tornar a sexta maior produtora de software mundial.
Janeiro de 2006, a Adobe decide mudar os planos de venda sobre o Flex, torna-lo mais acessível a pequenas e médias empresas desenvolvedoras de aplicações ricas, e em fevereiro o Beta 2 está disponível com uma nova onda, " OPEN-SOURCE", exato, foi um grande avanço, a Adobe está dando um compilador gratuito junto com o SDK se você queser utilizar a tecnologia em qualquer IDE que seja de seu gosto, ou se você preferir usar a IDE deles pagando um singelo preço, até o momento não mencionado. Então entramos nos meses consecutivos até final de maio, onde a Adobe lança a última versão mais estável do Flex e o Flex Builder e abre ao público a versão do Flash Player 9, antes considerada 8.5, mudando também várias formas de vender acessórios vindos dela mesma para empresas, como data collections, gráficos e uma integração com a nova onda "AJAX". Com isso nos sobra o presente atual, junho desse ano onde estou voltando a escrever esse artigo e deixa-lo informado de tudo aconteceu, chega de história por agora, vamos dá uma olhada no que temos por enquanto, para isso fiz uma soma de perguntas simples aka F.A.Q, que podem surgir.

O que é MXML afinal de contas?

Preservada porém, MXML é basicamente a junção de nomes, uma abreviação de (Macromedia Extensible Markup Language), na verdade isso não é uma novidade para fundação mozilla ou para o pessoal especializado em desenvolvimento de interface, que resumindo-se MXML é um dialéto do XML, que faz o que é conhecido como XUL, (Extensible User Interface Language), quase isso, mas XUL não é só de propriedade inteira da Adobe, mas sim um padrão, existem várias XUL’s por ai, você pode encontrar algumas aqui.
Então é isso MXML é um dialéto em XML que faz XUL, mas XUL para a plataforma Flash player.

É dificil programar em MXML?

Não, basicamente qualquer um pode programar, desde que tenha noção de como funciona o XML ou HTML, é tudo baseado em tags, de fácil aprendizado, atualmente temos 156 tags que já vem padrão no Flex, mas ponha em sua cabeça que uma linguagem que faz XUL, ou como qualquer linguagem, existe a possibilidade de extende-los, fazendo novas tags personalizadas como no próprio e conhecido ColdFusion, então isso pode se extender.

Como funciona?

Sozinho o MXML não tem função se não vier agregado ao Actionscript, o Actionscript é o principal motor de força do Flex, sem ele não existe função no MXML, então podemos considera-los como amigos ou unha e carne.
O funcionamento é simples, tanto a IDE quanto o SDK, eles lêem seu código em MXML junto com actionscript, e envia a informação para seus compiladores e gera-se um SWF que 98% da web pode entender esse formado, como o Flash que gera seus SWF, você pega esse arquevo e coloca-o no servidor, pronto, você já tem feito uma aplicação escrita em MXML para a plataforma Flash Player, feito com a tecnologia Flex.

Como o código é organizado?

O código é organizado em blocos, iguais aos que você faz em XML e como faz também em HTML.

Quais são as tags que ele usa?

As tags que o MXML usa, pense dessa seguinte forma, cada tag corresponde a um objeto criado, cada atributo que esse tag contenha significa uma propriedade da classe que o objeto possui.

Veja um exemplo

Apenas em Actionscript 3.0:

Em MXML você pode fazer o mesmo mas só precisaria disso:

As duas formas usadas estão corretas, a primeira ao invés de criar um projeto apenas Flex, você cria um projeto em actionscript.

Como o Flex Builder é organizado?

O Flex Builder foi feito baseado na plataforma Eclipse, então sua interface não tem muita diferença, apenas algumas mudanças para suportar o Flex.Por esse motivo decidir extender esse post para outro que é " Conheçendo a interface do Flex Builder 2.0", Procure nos arquevos do blog que você vai encontrar.

Por que usar Flex?

Usar Flex é a melhor maneira de fazer aplicações RIA, não se baseando em timeline como é no Flash, mas sim usando classes, packages, interfaces como no próprio visual Studio Express, é criar de maneira mais objetiva possível aplicações com interfaces amigáveis, mais bonitas, com efeitos de transição, mais leves, e ter a certeza que 98% da web vai conseguir visualizar e vai ser fácil de trabalhar.
Escalona as possibilidades de criar aplicativos sem precisar sair do Flash, e o melhor de todos é usando pouco código para isso. Digamos que é a nova maneira de programar em HTML só que não focado no engines dos navegadores mas em um player.
É ter a possibilidade de fazer o que você deseja para uma empresa ou até a sua em poucas linhas de códigos como relatórios, gráficos de diferentes formatos e tipos.

Ajax vs. Flex?

Digamos que não são confrontáveis, são amigos.